sábado, 15 de maio de 2010

"GREVE" a hora certa.

GREVE, A HORA CERTA.

Infelizmente nossa classe, ou seja os funcionários públicos do Estado de São Paulo, de várias secretarias e autarquias não sabem a força que tem, muito embora sejamos vários milhares de funcionários em todo o estado. Estamos segregados e estagnados, política e socialmente separados por várias associações e sindicatos,
que têem, às vezes, até boas intenções, porém muitas delas são influenciadas por interesses políticos e pessoais; como já dizia Jânio Quadros por "forças ocultas".(...já vou chegar na hora certa da greve, tenham calma)
Todos nós (da classe dos que tem consciência social) não conseguimos eleger sequer os vereadores do nosso município, quanto mais deputados estaduais e federais. Eles são eleitos pela grande massa de analfabetos e semi analfabetos (o povão). Dá até medo de pensar nos novos eleitores que sequer sabem escrever o nome completo, são os alfabetizados analfabetos da nova geração de pobres coitados, cujos destinos já estão traçados até antes de nascerem. Pois são apenas mais um número no gráfico do "me engana que eu gosto", pois vão para as escolas "fingir" que estudam; numa nação paternalista (vale gás,vale leite,vale presidiário, etc...), que comparado a um pai que só sabe dar coisas materiais, não sabe distinguir a verdadeira educação para seus filhos. Não por culpa da escolas, e sim por uma falha que vem lá da raiz podre, que inicia na má distribuição de renda, onde muitos ganham pouco e não tem nem como sonhar com uma melhora de vida, e outros que são uma minoria muito rica. Ganham muito e criam um submundo só delas, gerando inveja e cobiça para muitos que são desestruturados e querem chegar onde está essa minoria rica, por caminhos e subterfúgios digamos, não muito salutar. São muitas,as classes que dispondo de algum poder, conseguem mudar do dia para a noite seus salários(que já não são ruins), duplicando, ou até triplicando seus ganhos, numa manobra política. Gesto este puramente egoísta e infantil, pois tudo na vida tem o seu preço. Pagamos muito caro por uma atitude egoísta(aumento da fome, roubos, furtos, sequestros, crimes em geral),pois o acúmulo de riquezas de alguns, faz com que haja uma maior desigualdade social, consequentemente maiores são os problemas gerados por tal atitude...é como a queda em cadeia de um dominó sobre o outro. E depois ficam engenhando mil e um artifícios para "tentarem" viver bem, como: condomínios fechados(prisões de ricos); seguranças pessoais 24 horas; carros blindados; chips no corpo...e por aí vai.
Então...após o desabafo! A greve... Nós funcionários do Estado de São Paulo, o mais rico da União, temos sim força para exigirmos os nossos direitos, já tão pisados, massacrados e humilhados por nossos superiores hierárquicos (classe egoísta e egocentrica - só interessada em seus problemas e umbigos imundos). Podemos dar um basta e mostrar nossas forças, independente de sindicatos e associações, se quisermos. Todos nós funcionários,podemos parar a eleição aqui no Estado de São Paulo
fazendo uma greve na época da eleição e não uma greve política no início da Copa, onde todos estão interessados em um dos ópios do povo, o futebol. Ninguém nos notará, seremos um "ghost", um fantasma despercebido e invisível para eles, principalmente para os políticos de Brasília, que pensam em um "recessinho" para poderem assistir os jogos, comendo lagosta e bebendo champanhe com o nosso dinheiro.

...até breve.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

...MAIS FOTOS...





...VEJAM NOSSOS ESCRITÓRIOS.






...AGORA VOU MOSTRAR-LHES NOSSOS LOCAIS DE TRABALHO, SOMENTE ALGUNS EXEMPLOS...POR ENQUANTO !!!...

MEIRINHO, que profissão é essa?...

MEIRINHO?...que profissão é essa?...
- Forma carinhosa ou inferiorizada de designar um "Oficial de Justiça". Esta palavra "meirinho"(inho) diminui a grandeza da profissão do Oficial de Justiça, muito embora ter vindo do latim "majorinus", que veio de major e magnus, quando expressamos "meirinho", parece que estamos diminuindo os valores de uma pessoa com relação a sua profissão.
Em Portugal, que hoje se chama Corregedor de Justiça, antigamente era denominado "meirinho-mor", o meirinho que anda na corte, uma alusão à sua árdua tarefa de percorrer a pé ou a cavalo as várias regiões do reino para cumprir as diligências criminais e cíveis...prendendo ou penhorando. Então a conclusão é que o termo "meirinho" é uma herança deixada por Portugal no tocante à organização judiciária no Brasil.(Fonte Prof.Marcelo Cedro-Oficial Judiciário de B.H.).